Testemunhos de fé e perseverança dos primeiros membros da IURD
A
enfermeira aposentada Joyce Clarke Everett, de 80 anos, chegou à Igreja
Universal com a família destruída e não sabia como superar todos os
problemas que tinha. Os dramas existenciais faziam com que fosse uma
mulher amargurada. "Eu tinha três filhos: o do meio morreu por causa de
uma doença incurável para a medicina. Meu filho mais velho, na
adolescência, se envolveu com drogas, e minha filha mais nova estava
sempre doente", disse a enfermeira.
Resignada com a
vida que levava, não acreditava que fosse possível mudar aquela
situação. Para ela, aquele sofrimento era normal. "Achava que tinha que
suportar todas as dificuldades, inclusive tive câncer de mama. Um dia,
eu estava assistindo ao programa ‘O Despertar da Fe’, de madrugada. Vi
os depoimentos de vidas transformadas na IURD. Fiquei realmente
impressionada de como Deus mudara a vida daqueles que estavam sofrendo,
então resolvi ir à Igreja", relatou.
A enfermeira
passou a exercitar a fé, fazia o que estava sendo orientado. "Hoje, eu e
minha filha estamos curadas. Meu filho foi liberto das drogas. A Igreja
Universal para mim foi e é como um salva-vidas. Eu queria me matar, e
as portas da Igreja sempre estiveram abertas para mim. Eu estou muito
agradecida por toda a paz, a alegria e a certeza da minha salvação".
"IURD é o antes e depois"
"Antes
de conhecer a Igreja Universal, eu tinha medo, doenças, minha vida era
destruída. Devido a um problema de saúde, tive um infarto e acabei
perdendo o trabalho, cheguei ao fundo do poço. Tinha também dívidas e o
desemprego afetou a minha família. Havia muitas brigas, não nos
entendíamos", relata a veterinária Natalia Irenkova Sergeevna, de 62
anos.
Nessa época, uma conhecida a convidou para participar de uma reunião na IURD. Ela aceitou e sua vida começou a mudar.
"Quando
cheguei à Igreja, estava determinada a mudar, e realmente fui liberta
depois de anos de sofrimento. Obtive a minha cura, minha família foi
restaurada e hoje sou realizada, pois tenho comigo o Senhor Jesus", diz.
Segundo
Natalia, foi na Igreja Universal do Reino de Deus que ela aprendeu a
lutar contra todos os problemas. "Aprendi a usar a minha fé e seguir em
frente. A IURD é um marco, o antes e o depois."
A virada
"Tinha
problemas com minha família, era infeliz, bebia e fumava muito. Por
conta disso, minha vida era um verdadeiro inferno. Busquei ajuda em
vários lugares, mas nada resolvia os meus dramas. Passei a participar
das correntes da Igreja Universal e então tudo começou a mudar.
Libertei-me e hoje sou muito feliz", declara Almir Cardoso de Souza, de
62 anos, pintor de automóvel.
Fonte: Folha Universal

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