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"Consegui minha libertação"

A esteticista Svetlana Vinagradova, de 40 anos, faz parte da IURD desde o início do trabalho evangelístico na Letônia, há 4 anos. "Minha vida era um transtorno e eu estava sempre com depressão, tinha medo, não sabia lidar com os problemas. Havia também muitas brigas e desentendimentos na minha família", relata.

Cansada de buscar respostas em vários lugares, ela finalmente as encontrou na Igreja Universal. "O único lugar em que consegui minha libertação total foi na IURD. Hoje não sou mais aquela pessoa depressiva e sem vontade de viver; também não tenho mais medo, pois pude conhecer um Deus vivo que transformou todo o meu ser e a minha família", diz a esteticista.

Ela passou a usar a fé e ver os resultados. "Agradeço a Deus por existir a IURD aqui na Letônia. Ela nos ensina a praticar essa fé que nos traz a certeza da vitória", finaliza.

Encontrou a felicidade

Filomena Zacarias Matangue Muzila, reformada das Linhas Aéreas de Moçambique (LAM), de 57 anos, era uma mulher perturbada, viciada em bebidas alcoólicas e sofria de pressão alta. Ela não se entendia com a família e passava noites em boates tentando encontrar uma falsa felicidade.

Filomena conta que não conseguia entender por que trabalhava tanto e não via o fruto do seu esforço. "Tudo que eu adquiria me era roubado, eu ficava com a casa completamente vazia. Mas hoje sou uma mulher transformada e abençoada, casada com um homem de Deus", revela.

Filomena, que começou a participar das correntes na Igreja Universal em Moçambique, hoje tem uma família que está toda na IURD. "Sou feliz na presença de Deus", finaliza.

Fim do sofrimento

"Eu era perturbada, tinha muitas dores de cabeça e os problemas financeiros me perseguiam. Ao receber um convite, comecei a ir à Igreja. Hoje sou casada, tenho duas filhas e vida financeira estável. Livrei-me das perturbações e das dores de cabeça. Na IURD, aprendi a usar a fé, eu amo essa Igreja", diz a babá Elisabete Santos do Nascimento, de 59 anos.

Folha Universal

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