A falta de
referência de casamento na minha infância e adolescência fez ter uma opinião
formada de como seria o meu casamento, caso encontrasse alguém um dia.
O sofrimento da
minha mãe, a violência sofrida pelo vício da bebida que se estendia a cada um
de nós filhos (as) me afastava de compromissos mais sérios.
Com isso a minha
vida sentimental era entre altos e baixos, decepções, frustações faziam parte
da minha vida.
Eu dizia: Não
vou me casar nunca, juntar sim, porque na primeira atitude violenta me mando,
não serei como minha mãe, que sofria calada por ela e pelos filhos.
Ao me converter,
minhas palavras, meu comportamento mudou, porém resistia à ideia de me casar, o
medo talvez da referência que tinha me impedia.
Conheci quem hoje
é meu esposo, casamos, e no período de adaptação sofri bastante com vários
tipos de pensamentos que vinha a minha mente, inclusive os da minha infância.
Com tempo
passamos a ter ensinamentos sobre casamento, vi ali à oportunidade que
precisava pra melhorar o que já não me atormentava mais, já havia decidido a
fazer meu esposo feliz.
Aprendi e sigo
aprendendo na referência que temos de como é tratado o casamento, o quanto ele
é importante na nossa vida, é à base de uma vida feliz a dois.
Tudo que ouço de
casamento vindo da direção de Deus tenho procurado colocar em pratica.
Sou fã do
casamento blindado, caminhada do amor, escola do amor, enfim ninguém é tão velho que não possa aprender
e ninguém é tão novo que não possa ensinar, depende do ponto de vista e a
forma de como vê as coisas.
Vou ser melhor a
cada dia.

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