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Uma dor abdominal persistente, que durou cerca de 3 anos, fez a gestora Rosemeire Gomes de Brito, de 37 anos, passar mais tempo nos hospitais do que em sua casa e a desconfiar que estava com um sério problema de saúde.
Apesar dos esforços dos médicos, das internações e exames, nada era diagnosticado. "Foram meses de indefinição, os médicos não descobriam, pois achavam que eu era muito nova para ter um câncer maligno. Eu não conseguia me alimentar, nem mesmo beber água, porque o que eu ingeria, voltava; tinha sangramento intenso. Tempos depois, descobriram finalmente que eu estava com um câncer no intestino", lembra.
De acordo com a Associação Brasileira de Prevenção do Câncer de Intestino (Abrapreci), este tipo de câncer, chamado também de tumor do cólon e do reto, ou colorretal, é uma doença que pode ser evitada, sendo bastante frequente entre homens e mulheres no mundo ocidental. É o quinto câncer mais diagnosticado no Brasil e o segundo na região Sudeste. Quando descoberto tardiamente, pode ser fatal.
De acordo com Rosemeire, ela chegou a pesar menos de 45 quilos. "No estágio final da doença, não conseguia mais andar, mas vinha participando das correntes de oração às terças-feiras, na Igreja Universal. Os médicos me deram 10 dias de vida e decidiram fazer a cirurgia para retirada do câncer, na tentativa de me salvar. Mesmo assim, estava condenada a viver pelo resto da vida com uma bolsa de colostomia."
Rosemeire conta ainda que nem mesmo tomando morfina a dor cessava. "Estava marcado para retirarem o intestino todo, mas, de uma forma milagrosa, não foi preciso nem mesmo submeter-me aos tratamentos mais intensos, como quimioterapia e radioterapia. Isso causou grande espanto nos médicos", recorda.
Hoje, quase 4 anos depois, Rosemeire leva uma vida normal, está completamente curada. "Tenho um bom emprego, sou casada, tenho um filho de um ano, o Pedro, que é meu milagre de Deus", comemora.

Prova da Cura


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