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Primeiros membros da IURD

A aposentada Elizabeth Mendos, de 63 anos, levava uma vida de sofrimento antes de conhecer a Igreja Universal. "Eu era viciada em bebida alcoólica, fumava e andava na prostituição. Depois que me casei, continuei no vício e tinha muitos desentendimentos com meu marido. Brigávamos muito", lembra.


O casal, que já não aguentava tanto sofrimento, procurou ajuda em vários lugares, mas não obteve qualquer solução. "Certo dia, assistindo à televisão, meu marido me chamou para acompanhar um programa da IURD. Foi assim que resolvemos participar das reuniões. Desde então, tudo mudou", conta.


A vida do casal hoje está totalmente transformada. "Sou fiel ao meu marido e os vícios desapareceram da minha vida porque recebi o Espírito Santo. Minha vida financeira está abençoada", afirma Elizabeth.


A aposentada comenta a felicidade de ter conhecido o Senhor Jesus na IURD. "A Igreja representa uma oportunidade para a minha vida com Deus, a minha salvação. Posso afirmar que se não fosse a Igreja Universal eu já estaria morta, devido à vida que levava", finaliza.


Holanda: "IURD representa a vitória"


A empresária Ana Antonia Lopes do Rosário, de 52 anos, era muito doente e não tinha paz. Sofreu com asma durante 32 anos. "Eu tomava 19 comprimidos por dia para controlar a doença. Procurei ajuda com os melhores especialistas na França, Portugal e Holanda, mas eles não conseguiram me ajudar."


Um dia, Ana Antonia foi convidada para ir à Igreja Universal. Ela conta que só aceitou o convite porque já tinha procurado ajuda de todas as formas, sem ter sucesso. Participar dos propósitos de oração foi uma importante decisão para que a vida dela começasse a mudar.


"Hoje estou curada da asma, o meu marido está como obreiro e os meus dois filhos são pastores. Além disso, tenho o meu próprio negócio, sou muito abençoada. A IURD representa a vitória na minha vida", ressalta Ana.


Brasil: "Eu precisava de libertação"


"Minha esposa estava à procura da felicidade, pois era uma pessoa que se sentia vazia interiormente. Um dia ela foi à Igreja Universal, onde aprendeu a usar a fé. Passei a frequentar com ela e desde então o desejo de suicídio que eu sentia acabou. Na Igreja, conquistei a libertação e a felicidade", relata João da Silva Albernaz,
de 54 anos.

Fonte: Folha Universal

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